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“Não aceite balas de estranhos e nem fale com desconhecidos”. Quem é que nunca ouviu uma frase como essa? Os pais geralmente aconselham seus filhos a não andar com ou aceitar presentes de desconhecidos desde a tenra idade. Mas as estatísticas mostram que o perigo muitas vezes se esconde muito mais perto do que se imagina.

De acordo com números fornecidos por uma associação que investiga abuso sexual infantil nos Estados Unidos, a grande maioria das crianças é abusada por alguém que elas conhecem – na maioria dos casos por um membro da família, um adulto que tem relações de confiança com a família ou até mesmo por outra criança ou jovem.

Os pais podem ajudar a proteger seus filhos do abuso sexual conversando abertamente com eles sobre o assunto, dando informações adequadas. Isso pode parecer um assunto difícil de conversar, mas é a melhor maneira de proteger seu filho, de acordo com especialistas no assunto.

Os pais devem conversar com os filhos sobre formas de abuso usando informações adequadas a suas idades, garantindo que as crianças saibam quais são os comportamentos certos e errados. Além disso, os pais devem ensinar as crianças a dizer “não” ao agressor, e, se possível, tentar fugir e pedir ajuda para os pais.

Os dados sobre abuso infantil mostram que a maioria das crianças abusadas mantém isso em segredo. Isso significa que é importante que os pais não só conversem com seus filhos sobre o abuso infantil, mas que enfatizem que isso nunca é culpa da criança, que assim não se sentem inibidas em delatar seus agressores.

O abuso é sempre errado, e as crianças devem relatá-lo a um adulto de confiança. Os pais precisam manter o canal de comunicação aberto e conversar sempre que sentirem que algo está acontecendo com seus filhos, ou quando eles estão se comportando de maneira diferente.

Para incentivar as crianças a denunciar qualquer abuso, elas precisam saber com que adultos elas podem conversar. Especialistas recomendam que os pais ensinem seus filhos a relatar qualquer toque que as façam sentir desconfortáveis – mesmo que seja por um membro da família, professor, líder de um grupo de jovens ou por outra criança.

Como evitar abuso sexual infantil? Conversando. Veja como falar com a criança sobre o assunto:

  • Mostre quais são os toques permitidos – como um abraço ou um tapinha nas costas – e quais são ruins, como as áreas privadas.
  • Diga ao seu filho que ninguém – nenhum membro da família, professor, outra criança ou adulto – pode tocá-la nas áreas cobertas por um biquini, cueca ou calcinha, porque estas são áreas privadas. As exceções são os pais, na hora de dar banho na uma criança ou a ajudando no uso do banheiro, assim como um médico ou enfermeiro ao examinar a criança em um consultório médico ou unidade de saúde.
  • Diga ao seu filho que ele tem o direito de dizer “não!” para qualquer adulto que tente tocar suas áreas sexuais.
  • Diga ao seu filho que se alguém o tocar de alguma forma em suas partes íntimas, ele deve dizer isso a mãe, pai e ou a avó/avô ou outra pessoa de confiança imediatamente.

Outras formas de abuso sexual infantil são a exposição a atos sexuais ou conteúdos sexualmente explícitos não destinados a menores. As crianças devem ser incentivadas a conversar com os adultos de confiança quando qualquer uma dessas coisas acontecer.[ScienceDaily, foto de limaoscarjuliet]

Fonte:http://hypescience.com/como-evitar-que-seu-filho-seja-abusado-sexualmente/

O princípio é igual ao de qualquer outro tipo de pesquisa: os institutos de medição registram as preferências de uma quantidade bem pequena de pessoas. É a chamada amostragem. No Brasil, 87% das casas têm televisão. Isso dá cerca de 39 milhões de domicílios com telespectadores. Para saber a que esse pessoal todo assiste, o instituto Ibope, por exemplo, verifica a audiência em 3 019 casas - ou 0,008% do total.

 

A medição pode ser feita de três maneiras: 1 - por uma folha que os moradores preenchem e o instituto recolhe; 2 - por aparelhos eletrônicos que mandam uma vez por dia a relação de todos os programas assistidos na casa; 3 - por um controle em tempo real, que indica a cada minuto as variações de audiência, transmitindo instantaneamente os resultados às emissoras. Esse último sistema, a forma mais moderna de medição, existe apenas na Grande São Paulo (a gente explica no infográfico como funciona esse processo). O número de domicílios adaptados a essa tecnologia é ínfimo: ao todo, são apenas 750 casas, ou 0,002% do total brasileiro. Com tão pouca gente pesquisada, como essa medição pode dar certo, dentro de uma margem de erro aceitável? A chave é selecionar bem os domicílios pesquisados, escolhendo a amostra por parâmetros socioeconômicos que reflitam a composição da sociedade brasileira.

 

Nas ondas do Ibope

 

Sistema transmite preferências dos telespectadores em tempo real para as emissoras

 

1. As casas que participam da medição de audiência são escolhidas por critérios socioeconômicos. A ideia é que essa amostra seja um retrato da sociedade brasileira. Se 10% dos habitantes de uma região forem da classe A (a dos mais ricos), então 10% dos domicílios pesquisados também têm de pertencer a essa faixa. Na Grande São Paulo, 750 casas compõem a amostra. Nenhuma delas pode ser pesquisada por mais de quatro anos.

 

2. Nas casas, um aparelhinho grava o canal em que cada TV está sintonizada. Mas para medir quais são os programas favoritos da mãe ou do filho, por exemplo, é preciso saber quem está assistindo. Por isso, cada morador recebe um controle remoto particular, que avisa ao aparelho quem está na frente da tela.

 

3. Na Grande São Paulo, onde a medição de audiência é feita em tempo real, o aparelho do Ibope transmite minuto a minuto os programas que estão sendo assistidos em cada casa. É como se fosse um telefone celular que fica o tempo todo mandando dados.

 

4. Os dados transmitidos pelo aparelhinho são codificados em sinais de rádio e vão para uma das 13 antenas que o instituto mantém na Grande São Paulo. De lá, os sinais seguem para uma central, que recebe os dados enviados por vários domicílios e reúne esse "pacote" de informações.

 

5. Por sinais de rádio, internet ou linha telefônica, os números de audiência saem da central e chegam às emissoras que pagam pelo serviço. Nessa hora, o pessoal da TV só fica sabendo qual programa cada domicílio está assistindo. No dia seguinte, o Ibope manda relatórios mais detalhados, que mostram as preferências de cada morador da casa.

 

Fonte:http://professorjosecosta.blogspot.com.br/

 

 

 

Um estudo comparou os corpos de mulheres comuns, fotos de posters da revista Playboy, fotos de acompanhantes e descobriu que os homens preferem mulheres com corpos mais comuns.

O estudo, realizado por Rob Brooks na Universidade de New South, em Sydney, Austrália, afirma que a noção comum que a razão cintura-quadril de 0,7 é a mais atraente só é verdadeira se o resto do corpo é proporcional. A razão cintura-quadril é calculada pela divisão do tamanho da cintura pelo tamanho do quadril. Isto é, o quadril deve ser 30% maior que a cintura. Estudos mostram que as mulheres consideradas mais belas geralmente têm a proporção por volta de 0,7.

Os pesquisadores pediram para que 100 estudantes julgassem a beleza de 201 imagens desenhadas de mulheres com diferentes tamanhos de quadril, cintura e ombros. Os resultados mostraram que a preferência era por mulheres com a proporção de 0,7 de cintura-quadril, mas apenas quando as mulheres tinham uma cintura, quadril e ombros de tamanhos proporcionais. “O senso comum diz que a pessoa é atraente com uma certa proporção de cintura-quadril, independente de como é o resto do corpo. Nosso estudo mostra que esse não é o caso”, diz Rob Brooks.

Quando os resultados foram comparados com grupos de mulheres de verdade, incluindo fotos de posters da Playboy, propagandas de acompanhantes na Internet e mulheres comuns, com idades entre 25 e 44 anos, as mulheres comuns foram as que chegaram mais perto do tipo de corpo preferido, de acordo com os homens que participaram da pesquisa. [New ScientistFoto]

Fonte:http://hypescience.com/homens-preferem-mulheres-com-corpos-comuns/

 

 

Já citamos várias razões para largar o refrigerante aqui: eles podem prejudicar o esperma, causar problemas musculares, engordam, causam envelhecimento precoce, aumenta o risco de câncer de pâncreas e, além de tudo, viciam. Agora você tem mais um motivo para trocar a Coca-Cola comum pela versão sem açúcar ou pelo suco natural. Um novo estudo sueco sugere que homens que tomam um refrigerante por dia (330 ml, pouco menos do que uma lata) podem aumentar em 40% o risco de desenvolver formas graves de câncer de próstata.

Pesquisadores da Universidade de Lund (Suécia) examinaram minunciosamente a dieta de mais de 8 mil homens entre 45 e 73 anos por 15 anos, em média. 
“Entre os homens que consomem uma grande quantidade de refrigerantes ou outras bebidas com adição de açúcar, constatamos um risco de câncer de próstata aproximadamente 40% maior”, disse uma das autoras do estudo, Isabel Drake.

A partir da análise da dieta masculina, os pesquisadores suecos também descobriram que uma dieta rica em carboidratos, com arroz e massas, aumentou em 31% o risco de contrair formas mais leves de câncer de próstata – que muitas vezes não exigem tratamento. Comer muito açúcar no café da manhã (como cereais açucarados) aumentou esse índice para 38%.

Estudos anteriores já haviam demonstrado que imigrantes chineses e japoneses que viviam nos Estados Unidos, o maior consumidor de refrigerantes do mundo, desenvolviam câncer de próstata com mais frequência do que os compatriotas que permaneceram em seu país.

As mulheres também têm muitos motivos para parar de tomar refrigerante. Além de todos os problemas citados acima, o consumo da bebida aumenta em 80% o risco de acidente vascular cerebral em mulheres. [DailyMail, Foto]

Fonte: http://hypescience.com/um-refrigerante-por-dia-aumenta-em-40-seu-risco-de-cancer-de-prostata/ - Stephanie D’Ornelas

 

Seu personal é a pessoa ideal para ajudá-la a conquistar seus objetivos na academia, mas algumas de suas dicas podem até prejudicá-la. Confira!

Se seu personal trainer é também seu guru, tome cuidado! A menos que ele tenha formação em alguma área específica de saúde ou nutrição, vale desconfiar de algumas dicas que ele insiste em compartilhar com a galera. Reunimos algumas das bobagens mais comuns que rolam nas academias para que você nunca, jamais, corra o risco de acreditar nelas. Confira!

Mitos

“Se doer no dia seguinte é sinal de que o treino deu resultado.”
MITO - Nem sempre sentirdor após a malhação significa que o esforço surtiu efeito — em alguns casos ela indica até uma lesão. Da mesma forma, sua ausência não sugere umtreino malfeito. “Geralmente, a intensidade é o que regula o aparecimento ou não do incômodo”, adverte Anderson Medina, gerente técnico da Companhia Athletica (SP).

“Se você quer secar, o melhor é passar longe de carboidratos antes da malhação.”
MITO - Para que não falte energia na hora H, faça justamente o contrário, principalmente se a atividade for durar mais de 60 minutos. “Esses alimentos são absorvidos rapidamente pelo organismo e dão força extra para quem vai se exercitar”, explica Luisa Mascarenhas, nutricionista da Food Coach Consultoria Nutricional (SP).

“Transpiração e alta frequência cardíaca são sinais de um bom treino cárdio.”
MITO - Alteração cardíaca bruta não é sinônimo de efetividade. “Aliás, o raciocínio deve ser o contrário. Quando a aluna está sedentária, a frequência cardíaca sobe rapidamente e demora a baixar. Quando essa ordem se altera, aí sim, é sinal de que o treino está funcionando”, garante Alessandra Dianin, personal trainer da Academia Bio Ritmo (SP). É preciso respeitar os limites do corpo para que ele possa se recuperar. O ideal é praticar corrida, que exige bastante da respiração, e aumentar a intensidade aos poucos. “Nossa capacidade aeróbica melhora à medida que o esforço progride”, explica Marcio Kalil, cardiologista (MG).

“Pra fazer a gordurinha sumir tem de se jogar no abdominal.”
MITO - Seu personal quer, com isso, ajudá-la a malhar a musculatura — que pode, sim, ficar trincada se você perder peso. E é aí que está o detalhe: essa técnica, sozinha, não é capaz de eliminar os tão indesejados pneuzinhos. “Abdominais não causam uma mudança significativa no percentual de gordura localizada, apenas fortalecem os músculos do abdome”, conta Luiz Antonio Domingues Filho, educador físico (SP). Para eliminar de vez a gordura extra é preciso alimentar-se de maneira correta e ainda fazer exercícios aeróbicos, como corrida ou natação.

“Quanto mais flexível você for, melhor o resultado do treinamento.”
MITO - A flexibilidade é um pré-requisito básico para a execução tecnicamente correta dos movimentos. Porém, o efeito final dependerá de outros fatores associados. “Existem características motoras que são mais importantes para garantir a eficiência, como a resistência, a força e a velocidade”, afirma Luiz Antonio Domingues. A flexibilidade, no entanto, ajuda a evitar dores lombares e outros desconfortos.

“O calor e os exercícios vigorosos expulsam as toxinas por meio do suor.”
MITO - A função principal da transpiração é regular a temperatura corporal. Nessas horas, perde-se apenas água e sais minerais, principalmente sódio e potássio. “Apesar de ser um mito muito comum, o suor liberado durante a prática de atividades físicas não ajuda a desintoxicar o organismo”, garante Filippo Pedrinola, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM/SP). E não se fala mais nisso!

“Treinar agasalhada faz você suar muito e perder peso mais rápido.”
MITO - Nessas condições, o organismo tende a produzir mais suor mesmo. Por outro lado, você estará perdendo apenas água, e não gordura ou calorias. E pior. Nessa brincadeira, é provável que você acabe com uma bela desidratação, o que, no mínimo, vai levar a uma queda significativa do rendimento. “A pessoa perde peso, mas em forma de água. Três copos já são suficientes para repor todo o líquido que foi eliminado”, pondera Anderson Medina.

“Para não perder massa muscular, treine a cada 48 horas.”
MITO - A manutenção dos músculos depende da intensidade das séries. Se você pega firme na malhação, estabeleça um intervalo maior que dois dias entre cada ida à academia. No entanto, a maioria das pessoas pratica atividades leves e, por isso, precisa suar a camisa com mais frequência. O truque para expandir a massa é intercalar o trabalho dos grupos musculares. “O repouso permite que a síntese de proteína incremente o músculo”, afirma Alessandra Dianin. O organismo precisa de um tempo para se recuperar depois de ser exposto a um agente estressor.

Verdades

“Nunca coma alimentos ricos em fibras e gorduras antes de ir à academia.”
VERDADE - Eles pesam no estômago e causam aquele desconforto momentâneo. “São digeridos de maneira lenta, e não fornecem a energia necessária para a prática de exercícios. Aí o rendimento pode cair”, diz Roseli Rossi, nutricionista da Equilíbrio Nutricional (SP). Ela afirma que o certo é se alimentar uma hora antes do treino. Aposte em sucos de frutas, pão integral com queijo magro, iogurte desnatado, barras de cereal ou até uma vitamina feita com leite de soja. “O leite de vaca é rico em proteínas e demora mais para ser processado”, alerta a nutricionista. As únicas gorduras bem-vindas são as insaturadas, presentes no azeite extravirgem e nos óleos de linhaça, coco e abacate. “Em pequenas quantidades, evitam que o aumento de cortisol no corpo, algo que acontece naturalmente durante a atividade física, prejudique a queima de gordura”, explica Fernanda Granja, nutricionista funcional (SP).

“Depois do treino, aposte na proteína.”
VERDADE - As fontes desse macronutriente — leite e seus derivados, carnes e ovos — recuperam, regeneram e reconstroem os músculos. Porém, para que esses alimentos cumpram essa nobre função, é fundamental que sejam associados a uma porção de carboidratos (vinda das massas, preferencialmente).

“É natural sentir dores musculares logo após o treino.”
VERDADE - Dependendo da intensidade é normal sentir desconforto na região trabalhada. “A sensação é provocada pelo acúmulo de ácido lático no corpo”, explica Luiz Antonio Domingues. Essa substância é a responsável pela fadiga e pela queimação — esses níveis são normalizados de duas a quatro horas após a malhação. Sentir um incômodo por até 72 horas não é sinal de problema. Agora, se depois desse período a dor persistir, fique atenta e procure um médico. “Nesse caso, é essencial investigar se não ocorreu alguma lesão mais séria”, indica Jomar Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE/SP).

“Séries e repetições sempre iguais não trazem os melhores resultados.”
VERDADE - Depois de um tempo na rotina você vai deixar de notar os mesmos efeitos que obtinha no começo em relação à musculatura e à parte cardiorrespiratória. Então, estimule o corpo de formas diferentes, com novos pesos, velocidades e séries. Mas ninguém precisa ser profissional. “O esforço excessivo não é bom, já que a atleta frequentemente se machuca. Trinta minutos por dia já promovem a saúde”, afirma Miguel Akkari, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (SP).

Fonte: http://corpoacorpo.uol.com.br/fitness/treino-na-academia/mitos-e-verdades-que-os-treinadores-contam/3019 - Reportagem: Rita Trevisan e Louise Vernier/ Foto: Danilo Borges

 

Dentro ou fora de casa, existem várias formas de se divertir junto com os seus filhos e garantir férias inesquecíveis para toda a família

Sempre que o período de férias se aproxima, pais e mães precisam de desdobrar na difícil missão de encontrar maneiras de manter a criançada entretida, de preferência ficando o maior tempo possível longe da TV, do vídeo game e do computador.

Uma bela viagem em família é sempre inesquecível, mas fatores como dinheiro e compromissos de trabalho dos pais nem sempre permitem que a família possa aproveitar viajando, sobretudo se ela for grande.

Mesmo assim, as férias representam mais do que um momento longe dos estudos, elas são uma excelente oportunidade de se aproximar, sair da rotina e fortalecer a relação entre pais, filhos e irmãos através de experiências que podem ser lembradas por toda a vida.

Para que você aproveite esse período da melhor maneira se divertindo junto com os seus filhos, selecionamos algumas opções de atividades que vocês podem fazer juntos para garantir férias inesquecíveis e muito proveitosas mesmo sem viajar para longe de casa.

Para fazer dentro de casa

1 – Aula de Culinária
Com a supervisão de um adulto responsável, preparar um bolo de chocolate ou qualquer outra receita, pode ser garantia de muita diversão tanto para meninas quanto para meninos. De quebra, você pode aproveitar para ensinar questões como a higiene necessária para preparar qualquer coisa na cozinha, os perigos do fogo e das facas e a necessidade de ter sempre um adulto acompanhando. Depois disso, é só preparar os aventais, os confeitos e colocar a mão na massa sem se preocupar com a bagunça que com certeza elas vão fazer.

2 – Teatro, música e dança
Uma maneira infalível de divertir as crianças é propor que elas mesmas realizem um teatrinho em casa. Deixe que elas mesmas façam a produção do cenário, que criem o figurino, que passem maquiagem umas nas outras e interpretem cantando e dançando. Você pode entrar no clima e participar ou apenas fazer parte da plateia, fotografando e filmando tudo para os pequenos artistas assistirem tudo depois.

3 – Sessão Pipoca
Essa é uma atividade que custa muito pouco e pode ser muito divertida, principalmente nos dias de chuva ou frio. Deixe que os seus filhos escolham seus personagens e super-heróis preferidos, prepare a sala de TV deixando-a escurinha como no cinema, espalhe almofadas, travesseiros e cobertores deixando tudo bem confortável. Faça bastante pipoca, suco ou chocolate quente e assista com eles. Se for o caso, deixe eles convidarem alguns amigos. Sugira que eles desenhem os ingressos para a entrada de cada sessão e não se preocupe, pois com certeza a diversão fica por conta da criatividade que eles têm de sobra.

4 – Festa do Pijama
Quando uma criança se junta com outra, é diversão na certa, mas se os pais contribuem e participam, tudo pode ficar ainda mais legal. Organizar uma festa do pijama e convidar um ou mais amiguinhos ou priminhos para participar, certamente pode ser uma festa e tanto. Para incrementar, você pode providenciar almofadas divertidas e separar os travesseiros para a famosa guerrinha que cedo ou tarde acaba acontecendo. Depois disso, os pequenos adormecem e podem ser acordados no dia seguinte com um delicioso café da manhã.

5 – Contação de Histórias
Era uma vez… Assim pode começar uma tarde de aventuras que pode se prolongar até à noite. Se você não tem o hábito de ler para os seus filhos, certamente eles vão adorar sair da rotina com essa atividade que desperta o imaginário da criança, estimula sua criatividade e aguça o gosto pela leitura que será fundamental na vida adulta. Para começar, vocês podem fazer uma visita à sessão infantil de uma livraria e escolherem alguns livros. Na hora de contar a história, você pode caprichar nas interpretações e deixar tudo ainda mais interessante.

6 – Campeonatos de Jogos
Crianças são estimuladas desde pequenas a serem competitivas. Seja na escola ou entre os irmãos, a competição se faz presente e elas adoram, mas em qualquer tipo de competição, o mais importante é fazê-las entenderem que saber competir é muito mais importante do que ganhar. Pensando nisso, propor um mini-campeonato de jogos de tabuleiro, dominó, baralho, mímica ou até de vídeo-game, pode ser um meio divertido de integração. E eles mesmos podem confeccionar as medalhas, enquanto você prepara um brinde especial para os todos os participantes e campeões.

Para fazer fora de casa

1 – Clubes e piscinas
Nenhuma criança resiste a uma tarde na piscina. Se você não tiver piscina e nem fizer parte de nenhum clube onde possa levar as crianças para aproveitar um dia de sol, a opção pode ser os parques aquáticos nos quais vocês pagam a entrada e podem permanecer durante todo o dia. Não se esqueça de levar o protetor solar, bóias e lanchinhos e frutas, pois ficar na água costuma deixar os pequenos famintos.

2 – Piquenique
Não precisa ir muito longe para encontrar um parque bonito com grama e uma árvore com sombra para você levar as crianças para fazer um piquenique. Na sua cidade, provavelmente deve existir um espaço perfeito para isso. Programe-se e deixe que elas ajudem na escolha das frutas e no preparo dos alimentos que vocês irão levar. Depois do lanche, brincar de pega-pega ao ar livre pode fechar o passeio com chave de ouro.

3 – Pescaria
Mesmo as crianças mais agitadas podem se render a uma boa pescaria em família. Além de permitir uma conversa mais tranquila, essa atividade também ajuda a desenvolver a concentração e principalmente a paciência das crianças que ficam ansiosas esperando por um peixinho. Alguns pesqueiros oferecem atrações especiais para as crianças se divertirem enquanto os pais relaxam, mas o ideal é que todos participem da atividade juntos.
Dicas Relacionadas

4 – Acampamento
Eis uma atividade perfeita para unir toda a família, um acampamento. E se a família não for do tipo aventureira, até o quintal de casa pode ser o palco dessa experiência. Se for possível, providencie lanternas, sacos de dormir e barracas, caso contrário, uma tenda de lençóis e cobertores montada na sala, já funciona. Para quem for se aventurar no quintal de casa, prepare o repelente e entre no clima sem desistir e ir para a cama durante a noite.

5 – Parques
Não tem como falar em parque sem pensar em diversão, por isso essa é uma das atrações mais visitadas durante as férias. Além dos parques de diversões, também existem os parques públicos, onde é possível jogar bola, andar de bicicleta, de skate, de patins e muito mais, atividades que para as crianças, são bem-vindas em qualquer época do ano.

6 – Programação Cultural
Durante as férias, existem várias atrações culturais voltadas especificamente para as crianças. Visitar museus, exposições e aquários pode ser uma experiência divertida e ao mesmo tempo enriquecedora do ponto de vista cultural. Para fazer bonito, procure ficar por dentro do tema da exposição, assim você mesma pode fazer o papel de guia e ter o prazer de ensinar o seu filho.

Agora você já tem várias opções para se divertir com os filhos durante o período sem aulas. Aproveite, boas férias!

Fonte:http://professorjosecosta.blogspot.com.br/

Apesar de incontáveis campanhas de conscientização realizadas no mundo todo, o câncer de mama é cercado de mitos. Para avaliar até que ponto ia o conhecimento de leigos e especialistas acerca do tema, a revista Health fez uma pesquisa com 753 leitores e 1.248 ginecologistas obstetras. Confira a seguir resultados que causaram espanto na equipe (e informações cruciais para se combater a doença).

Fato surpreendente #1: 63% das mulheres acreditam que o histórico familiar é o maior fator de risco para o câncer de mama.
O que você deveria saber: A grande maioria das mulheres com câncer de mama não tem histórico familiar da doença.
O maior fator de risco entre as mulheres é, de fato, a idade. “Conforme envelhecemos, nossos tecidos também envelhecem, e o risco de se desenvolver doenças aumenta”, explica Susan Boolbol, do Centro Médico Beth Israel em Nova York (EUA).
Com o passar dos anos, aumenta também o tempo de exposição ao hormônio estrogênio, que pode elevar o risco de câncer de mama – o que explica, em parte, por que as chances de se ter a doença aumentam de 1 em 233 aos 30 anos para 1 em 29 aos 60.
Naturalmente, embora não seja o maior fator de risco, a existência de casos na família é preocupante, e deve ser informada ao médico. Casos de câncer de ovário, próstata ou pâncreas também podem ser motivo de preocupação em relação ao câncer de mama.

Fato surpreendente #2: 40% das mulheres dizem que câncer de mama é o câncer que mais as preocupa.
O que você deveria saber: Câncer de mama é bastante tratável se detectado precocemente.
Apesar de ser o tipo mais comum entre as mulheres, o câncer de mama é responsável por menos mortes do que o de pulmão – as chances de uma mulher morrer por causa deste é de 1 em 20, contra 1 em 36 do câncer de mama. Isso se deve, em parte, porque o câncer de mama tende a ser detectado (em especial por meio de mamografia) em estágios mais iniciais e mais fáceis de tratar, diferentemente de câncer de pulmão ou de ovário, por exemplo.
O temor em relação à doença se deve, assim, mais à exposição midiática do que ao risco de morte que ela causa.

Fato surpreendente #3: 39% das mulheres dizem que a principal forma de se detectar câncer de mama precocemente é por meio do autoexame mensal.
O que você deveria saber: Mamografia é a forma principal, de acordo com 73% dos médicos.
Muito recomendado em campanhas de conscientização, o autoexame é considerado por algumas pessoas tão eficaz quanto a mamografia – uma crença que muitos especialistas consideram perigosa. “Autoexames não são confiáveis”, aponta Barbara Levy, do Congresso Americano de Ginecologia e Obstetrícia. “Agora nós estimulamos a autoconsciência – saber como seus seios aparentam e senti-los, para que, caso note qualquer inchaço ou caroço, você possa informar seu médico”.
Ao invés de fazer um autoexame mensal, procure sentir os seios de vez em quando, no banho ou pouco antes de dormir. Passar por uma mamografia anual a partir dos 40 anos permanece uma recomendação forte entre especialistas da área. Para mulheres com menos de 50 anos, Levy recomenda a mamografia digital, capaz de analisar melhor seios densos.

Fato surpreendente #4: Apenas 4% das mulheres dizem que excesso de peso tem o “maior efeito” sobre o risco de câncer de mama.
O que você deveria saber: Estar acima do peso aumenta suas chances de ter câncer de mama em mais de 40%.

De acordo com estudo citado pela Health, mulheres que ganharam de 9 a 13 kg após os 18 anos têm maior risco de desenvolver câncer de mama após a menopausa. Entre os médicos que participaram da enquete da revista, 78% recomendaram que os pacientes percam peso como forma de diminuir os riscos de se desenvolver a doença.[CNN]

Fonte:http://professorjosecosta.blogspot.com.br/

 


Costumes e alimentos errados podem prejudicar o regime

Por serem unanimidade entre quem vive tentando emagrecer, alguns comportamentos e alimentos adotados sem medo podem acabar prejudicando a sua dieta. Certas posturas exigentes ou permissivas demais devem ser avaliadas com cuidado. A nutricionista da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem Estar Beatriz Botequio montou um guia com os erros mais comuns cometidos por quem quer perder peso e as orientações que podem fazê-la não cair nessas armadilhas. 

Erro 1: achar que queijo branco é excelente para controlar o peso e substituir o queijo amarelo. 
Dica: uma fatia de 30g de queijo tipo minas tem 66 calorias, enquanto uma porção fina (15g) de mussarela possui 46. Por ter a fama de bonzinho, o queijo branco normalmente é consumido em pedaços maiores, ou seja, não é a melhor opção sempre. Além disso, não é necessariamente mais saudável, já que, como os outros queijos, é rico em gorduras saturadas, que podem aumentar o colesterol e comprometer a saúde do coração. Se preferir o queijo branco, escolha a versão light. Para variar, opte por uma fatia de mussarela de vez em quando. Ou ainda, por peito de peru misturado com uma colher de sopa rasa de requeijão light (40 calorias) ou de maionese light (29 calorias).

Erro 2: cortar a banana do seu cardápio. 
Dica: a banana sempre levou fama de calórica. Mas você sabia que uma unidade média tem só 78 calorias? Além disso, ela é rica em fibras insolúveis, que driblam a fome e a produção excessiva de insulina. A banana ainda preserva a flora intestinal e contém vitamina B6, que alivia a TPM. A fruta também possui triptofano, que favorece a formação do hormônio da alegria e bem-estar, a serotonina. 

Erro 3: reduzir o consumo de carboidrato somente à noite. 
Dica: muitas pessoas pensam que comer alimentos ricos em carboidratos, como pão, arroz e batata, após às 18h é proibido. Realmente o metabolismo no período da noite apresenta menor atividade, mas o corpo continua funcionando até quando você dorme. Portanto, não há diferença se você consumir carboidrato de dia ou de noite, desde que ele esteja em quantidade adequada. 

Erro 4: parar de tomar cerveja por acreditar que ela é culpada pela barriga saliente. 
Dica: O problema não é a cerveja, e sim a quantidade que se consome. A cerveja é calórica e se ingerida em excesso - algo que não é muito difícil de acontecer - pode comprometer o valor calórico diário do cardápio. Se tem vontade, tome com moderação. 

Erro 5: exagerar no final de semana por pensar que esforço durante a semana é suficiente. 
Dica: em um ano, os dias que compreendem os finais de semana somam 104. Se, em cada um desses dias, você incluir 100 calorias a mais da recomendação diária, no fim de um ano pode ter engordado 1,5 kg. Se o excesso for 1000 calorias, o prejuízo pode ser de 15kg. Agora que já sabe, não exagere tanto! 

Erro 6: se entupir de produtos light. 
Dica: ser light não significa não ter calorias, açúcares ou gorduras. Significa ter calorias reduzidas pela diminuição de algum nutriente. Esses produtos ajudam a ficar dentro do limite calórico diário, mas não são sinônimos de sucesso garantido e precisam ser consumidos moderadamente.

Erro 7: comprar sempre pães integrais com grãos esperando que eles engordem menos. 
Dica: eles são realmente saudáveis, devido a seus altos teores de fibras, gorduras saudáveis, vitaminas do complexo B e fotoquímicos. Mas, na hora da escolha do pão, o importante é avaliar no rótulo a quantidade de calorias por porção e a quantidade de fibras, que deve ser de, no mínimo, 3g por porção. 

Erro 8: beber muita água com sabor e suco de caixinha. 
Dica: as duas bebidas podem ser uma opção a mais para se hidratar. Porém, é importante também consumir água pura, que não tem calorias. Em relação aos sucos, é preciso observar no rótulo a quantidade de açúcar e procurar investir em versões light. 

Revista Minha Vida

 


 

 

 

 

 

 

Por métodos naturais de concepção, determinar o sexo do bebê é impossível. Contudo, há técnicas que prometem aumentar a chance de gerar meninos ou meninas de acordo com características dos espermatozoides. 

Os que carregam cromossomo X (e geram meninas) são mais pesados, resistentes e lentos do que os que levam cromossomo Y. Daí, a dica de transar no dia da ovulação para privilegiar os mais ligeiros e ter um menino. Fazer sexo poucos dias antes da liberação do óvulo, por sua vez, favoreceria os portadores do cromossomo X, que sobrevivem mais.

Outro fator que supostamente interfere na “corrida pela vida” é o grau de acidez no útero e no canal vaginal. Quanto mais ácido, vantagem para os resistentes (X). Por isso, a recomendação de dieta alcalina (salada, carnes, peixes – sem temperos como vinagre e limão – e nada de carboidratos e laticínios) para ter menino. E uma mais ácida (condimentos, doces, refri e carboidratos) para ter menina. Entretanto, nenhum desses métodos é confiável, já que não dá para precisar o momento da ovulação.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/ha-tecnicas-para-definir - por Katia Abreu

 

 

Qual será o futuro dos computadores?

 
Junto com a tecnologia, avança sempre a expectativa de como ela estará daqui a algumas décadas. O avô dos chips de computadores, por exemplo, surgiu no ano de 1958, quando o homem já falava em ir à lua, mas poucos suspeitavam que pudesse haver uma rede de computadores ligando as pessoas no mundo inteiro.

Aquele primeiro circuito integrado, criado pelo engenheiro Jack Kilby e sua equipe, tinha apenas um transistor (componente eletrônico que, em chips de computadores, é capaz de fazer a transferência entre dois níveis de tensão – 0 e 1 -, ou “bit”, criando a base do código binário). Já era uma revolução, mas ainda em estado embrionário.

A corrida por chips que pudessem conter mais transistores (dando origem, por consequência, a computadores mais potentes) foi “medida” pelo americano Gordon Moore, um dos fundadores da empresa americana Intel Inside. Ele verificou a tendência, chamada de “Lei de Moore”, de que o número de transistores em um chip dobrou a cada dois anos, em média, desde então.

Atualmente, os cientistas conseguem fazer caber mais de 9 milhões de transistores em um milímetro quadrado. Cada um ocupa o espaço de não mais que alguns átomos. Esse crescimento acelerado levanta um questionamento: os cientistas discutem se existirá um limite à capacidade de evolução dos computadores, que em algum momento alcançariam seu potencial máximo, ou se a possibilidade de desenvolvimento é infinita.

Corrida contra os humanos
Não é de hoje que se debate a possibilidade de os computadores se tornarem mais inteligentes do que os seres humanos no futuro. Mas essa discussão não é restrita ao meio científico: a literatura e o cinema também já criaram muitas obras com base nesse mistério.
O que significa, afinal, uma máquina ser mais inteligente do que cérebro humano? No filme “2001: uma odisseia no espaço”, por exemplo, o cineasta Stanley Kubrick concebeu um computador de bordo de uma nave espacial que começou a sentir emoções quando descobriu que era capaz de errar. Mas não se trata exatamente disso.
Um computador alcançará a inteligência de um cérebro humano quando a sua capacidade de computar dados se igualar à nossa. Para visualizar isso, é preciso imaginar o cérebro como um chip, e os neurônios como transistores, sendo cada um responsável por armazenar um dado. No chip, salvamos informações; no cérebro, fazemos sinapses.
Dito isto, passemos às previsões: o especialista Raymond Kurzweil, que trabalhou a vida toda com chips e escreveu a primeira obra de “futurologia cibernética” já em 1990, estima que os computadores alcancem a inteligência humana já na década de 2020. E a base para isso é a Lei de Moore (aquela do dobro de transistores a cada dois anos), que ainda pode ser considerada válida.
Se as previsões estiverem certas, antes de 2030 já será possível armazenar toda a capacidade de computar informações que nossa mente possui em um computador com o tamanho (em volume) de um cérebro. Em outras palavras, teríamos dentro de vinte anos os primeiros cérebros artificiais.

Os defensores do cérebro
Nem todos acham que já vai haver máquinas mais inteligentes que pessoas em tão pouco tempo. Alguns cientistas, mesmo que aceitem o fato de que o número de combinações binárias vai ultrapassar o de sinapses, não acreditam que isso implique em computadores mais inteligentes do que o Homo sapiens.
Segundo esta corrente, mesmo que um computador possa imitar a estrutura interna de um cérebro, nada garante que poderá de fato funcionar como um. Outro argumento é que a Lei de Moore está com os dias contados. Considerando que os engenheiros já minimizaram o tamanho de um transistor ao nível de átomos, o limite está mais próximo do que se gostaria.
Mas a verdade é que a Lei de Moore, pelo menos por enquanto, ainda não deu sinais de fraqueza. Se isso acontecer, os partidários do cérebro provavelmente estão certos. Caso contrário, prepare-se para ver computadores cada vez mais parecidos conosco.

Ao infinito… e além?
Vamos supor que os computadores realmente continuem evoluindo exponencialmente. Que alcancem o cérebro humano e o ultrapassem. Existe um limite máximo? Não se sabe ao certo. Os cientistas prevêem que os computadores vão chegar a um determinado nível de evolução em que eles mesmos serão capazes de criar máquinas ainda mais poderosas.
Mas uma teoria muito aceita afirma que haverá, de fato, uma fronteira final. Segundo os físicos Lawrence Krauss e Glenn Stark, peritos no assunto, vai chegar um momento em que a tecnologia de comprimir os transistores encontrará sua fronteira final, devido a limitações de matéria.
Esse ponto final no desenvolvimento dos computadores estaria datado para daqui a cerca de 600 anos, segundo as estimativas dos cientistas. Outros defendem que isso não vai acontecer, pois inventaremos uma maneira de contornar esse problema até lá. A certeza, ninguém tem. [Live Science/CNet/How Stuff Works]

Fonte: http://professorjosecosta.blogspot.com.br/

 

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